O Solstício, o Menino e o Rio Lá vai o nosso Rio ora apressado ora lento, é tempo de Sol frio... Não sei para onde ele corre, corre decerto para um fim, no fimum rioem mar morre...
Então, de uma nascente o novo Rio como o Menino de Mãe, o Homem renasce, é num tempo de um outro Solstício... Um ser morre, de dentro do Ser renasce... José Rodrigues Dias, 2017-12-16
Imponente cada coluna à entrada do Templo... Do silêncio da noite a Luz revela-se dentro ainda mais intimista... E o olhar desperta no verbo nova Luz... E a Luz amplia no fluir da interioridade outros sentidos... De outros sentidos e da Luz novos sentimentos... José Rodrigues Dias, 2017-12-17
Despe-se a árvore da roupa velha, as folhas amarelas... Sim, o homem também se despe de um tempo que já passou... Porque é tempo de um novo tempo, de interioridade, de renascimento... José Rodrigues Dias, 2017-12-16
Espírito de Natal Erguem-se alegrias como luz de tristezas de dias... De outono os dias, folhas caindo de letargias... Os braços abraçados, a luz na mesa acesa, uns poemas cantados... Outonos e invernos em espírito de Natal com menos cabeça caída, menos morte, mais vida, ainda que pecando com alguns doces e sal... Liberta a alegria como luz que ilumina o dia...
E, correndo, o cão lá foi À beira-mar passeando, lado a lado, diz-lhe o cão: vai tu indo, vou dar um mergulho, fazer com ele uma selfie, só um instante breve, vai tu indo que já te apanho...