domingo, 22 de janeiro de 2017

Acrópole


Évora

Acrópole


No alto, na acrópole,
a mão do homem na pedra esculpida,
a presença do divino...

Onde o azul é perto,
a sede se transmuta em água
e longe de lá se vista...


José Rodrigues Dias, 2017-01-22

sábado, 21 de janeiro de 2017

200.000 visitas


200.000 visitas


O blog atingiu as 
200.000 
visitas.

Obrigado!


(O contador está no canto inferior esquerdo).


José Rodrigues Dias, 2017-01-21

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Aproveitando o Sol...




Aproveitando o Sol...


Olhando o templo romano,
um frio de lá vindo ameaçando a luz clara,
o casal aproveitando o Sol...


José Rodrigues Dias, 2017-01-20

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Um abraço da luz mais quente...




Um abraço da luz mais quente...


Olho o templo lá no cimo frio.
Sinto no olhar límpido
um abraço da luz mais quente...


José Rodrigues Dias, 2017-01-18

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Os pássaros...




Os pássaros...


Antes que caia a noite
fria
acomodo os pássaros...


José Rodrigues Dias, 2017-01-17

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Coisas de futebóis...




Coisas de futebóis...


É segunda-feira,
olho o céu, linda a luz, soalheira,
é manhã janeira...

Três aviões seguindo,
longe dois lá pelo céu já se vão,
outro indo bem atrás...

Em silêncio proclamado o último a troar
e, fugindo furtivos, nem calados nem falando,
eis os outros dois que se vão a esgueirar...


José Rodrigues Dias, 2017-01-16

domingo, 15 de janeiro de 2017

Assomo de noite...




Assomo de noite...


Sem pinga de chuva,
tanta a falta..., do céu limpo
um assomo de noite...


José Rodrigues Dias, 2017-01-15

sábado, 14 de janeiro de 2017

Tarde soalheira




Tarde soalheira


De uma tarde soalheira
uma noite fria,
magia do Sol ao pôr-se!


José Rodrigues Dias, 2017-01-14

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Tu, não!


Tu, não!

(Lembrando a Graça)


Parou na ponte
e para um mar negro
do alto se atirou...

Tu, não!
Agarrada sempre aos ossos,
tu, não!

Às correntes da vida
uma esperança presa
mesmo finos os fios
ali sentindo sua vida...

Tu, não!
Só quando dos ossos
a vida te foi arrancada!

Desamarrada da vida,
só amarrada à morte!

Só presa pela morte, 
livre tu não te foste! 
Tu, não!

Ficaste,
livre por aqui vagando,
ficando...


José Rodrigues Dias, 2016-12-12