sexta-feira, 30 de abril de 2021

Beijos da chuva

 



Um dos poemas escritos no dia 30 de Abril, este em 2018, incluído no último livro, recentemente publicado.


Jrd, 2021-04-30


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quinta-feira, 29 de abril de 2021

Um cacho de glicínias

 



Um dos poemas escritos no dia 29 de Abril, este em 2018, incluído no último livro, recentemente publicado.


Jrd, 2021-04-29


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quarta-feira, 28 de abril de 2021

Paralelo 38

 



Um dos poemas escritos no dia 28 de Abril, este em 2018 (a propósito de um acordo assinado entre as "Coreias"), incluído no último livro publicado, ontem anunciado.


Jrd, 2021-04-28


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terça-feira, 27 de abril de 2021

O novo livro de Poesia, o vigésimo nono

 






O novo livro, o vigésimo nono, o segundo de uma série de quatro relativos à produção poética de 2018.


Jrd, 2021-04-27


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segunda-feira, 26 de abril de 2021

Produção poética de 2017

 



As capas dos 4 livros, com o número de poemas e de tercetos, com a Poesia escrita em 2017, publicados em 2017, 2018 e 2021, acrescentando as Notas do Autor do último livro.


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Notas do Autor

 

 

Decidira o autor, em Junho de 2017, publicar os poemas do primeiro trimestre desse ano com o título Poemas em tercetos simétricos, diarísticos (Janeiro a Março, 2017). No início de 2018, decidira publicar o volume correspondente ao segundo trimestre, com o mesmo título genérico mas acrescentando-lhe Livro II. Já neste ano de 2021, publicara, relativo ao terceiro trimestre, o correspondente Livro III.

 

Este livro, correspondente ao quarto trimestre de 2017, é, assim, o Livro IV desta colecção de Poemas em tercetos simétricos, diarísticos.

 

O primeiro livro desta série de Tercetos, de 2017, é constituído por 96 poemas com 253 tercetos simétricos, o segundo, o Livro II, por 114 com 301 tercetos e sendo o Livro III constituído por  141 poemas com 370 tercetos. Este Livro IV contem 85 poemas com um total de 241 tercetos.

 

No total, durante o ano de 2017, a produção poética traduziu-se em 1165 tercetos num conjunto de 436 poemas (em média, quase 2.7 tercetos por poema e 1.2 poemas por dia).

 

Todos os poemas estão integralmente escritos em tercetos simétricos (o segundo verso como eixo de uma simetria visual, geométrica), constituindo como que um exercício rigoroso de manuseamento de palavras, sem translineação, encaixando-se como se em jogos de ideias definindo poemas.

 

A adopção de tercetos assim geometricamente definidos (com base no tipo de letra adoptado), o primeiro e o terceiro versos rimando muitas vezes, vem na sequência de experiências anteriores com o haiku, embora aqui essa designação não tenha sido adoptada, em particular por questões de rigor métrico.

 

Se unidas, as extremidades dos três versos definem triângulos isósceles, incluindo os equiláteros, com o simbolismo que se queira imaginar.

 

Não se quis excluir nenhum poema do período respectivo, querendo o autor dar a exacta medida da produção havida. Também não se quis introduzir nenhuma alteração significativa nos respectivos poemas, mantendo, assim, a essência e o contexto temporal em que apareceram, associados ao olhar quotidiano do autor, tentando passar, muitas vezes, de um simples pormenor para uma visão mais global, integradora de experiências de vida interiorizadas.

 

Dos 85 poemas que constituem este volume, 15 já antes haviam sido publicados em três livros temáticos do autor, estando devidamente referenciados através de um índice.

 

Diversos poemas foram sendo publicados no blog de Poesia do autor, Traçados sobre nós, iniciado em  10 de Novembro  de 2011 e que se mantém até hoje, com uma janela aberta para o Facebook, sentindo e respirando outros ares.

 

Exceptuando os dois primeiros livros, de 2010 e de 2011, é também do autor todo o trabalho de elaboração deste Livro IV de Tercetos simétricos, excepto o acto de impressão. Assim, todas as falhas são da sua responsabilidade. Se algum mérito houver, será fruto dos caminhos, diversos, alguns longos, pelo autor percorridos. Juiz, o leitor!

 

Aqui chegado, olhando o tempo, este o décimo primeiro ano de Poesia publicada, de ser Aprendiz de Poeta, aprendiz eterno dos homens, dos caminhos, da Vida.

 

Este é o vigésimo oitavo livro de Poesia e o quarto publicado em 2021. Gostaria o autor, ao longo deste ano, de publicar outros, diversos, ousando no caminho, deixando registada em livros a sua escrita diarística ao longo destes dez ou onze anos, assim organizados:

 

a)      três livros, também em tercetos simétricos, relativos aos três últimos trimestres de 2018 (o do primeiro trimestre já publicado, em 2019);

b)     três livros, igualmente em tercetos simétricos, relativos aos três últimos trimestres de 2019 (o do primeiro trimestre já publicado, em 2019);

c)      um livro com os poemas escritos em 2020, também em tercetos simétricos e ainda não publicados;

d)     um livro com os poemas anteriores a 2012 e ainda não publicados;

e)      quatro outros livros, temáticos, com selecção de poemas: um com referências  à sua origem nordestina, a pedra moldando o destino; outro relativo a Évora e ao Alentejo, terra de adopção; outro com poemas tocando temas científicos; e um quarto com poemas envolvendo algum simbolismo esotérico.

 

Seria, assim, neste ano de 2021, como que uma simbólica comemoração dos setenta  anos de vida do autor, ele que nunca comemorou festivamente o seu aniversário, depois de uma vida dedicada a fórmulas e a números, a computadores (hardware e software), ao ensino e à investigação, com traços nestas áreas reconhecidos nacional e internacionalmente, acrescentando-lhe agora este novo caminho, inesperado, tardego, da Poesia.

 

Com uma centena de trabalhos científicos publicados, em Portugal e no estrangeiro, em português, francês e inglês, com milhares e milhares de linhas de código de computadores escritas, com este Livro IV o número de poemas diferentes publicados (em livros) ultrapassa já os 2.710.

 

De números deverá saber o autor, referindo, talvez por isso, tantos! Pela quantidade, e por assim cruamente a referir, que seja perdoado. Da qualidade dos poemas saberá o leitor.

 

 

José Rodrigues Dias, 2021 / Abril


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Jrd, 2021-04-26


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domingo, 25 de abril de 2021

A liberdade dos livros

 



Um dos vários poemas escritos (já publicados) no dia 25 de Abril, o dia dos cravos, este em 2012.


Jrd, 2021-04-25


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sábado, 24 de abril de 2021

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Dia da Terra

 



Um dos vários poemas escritos (e já publicados) no dia 22 de Abril, este em 2020 (em tercetos simétricos). De hoje a foto incluída.


Jrd, 2021-04-22


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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Nas bordas as flores

 



Um dos vários poemas escritos (e já publicados) no dia 21 de Abril, este em 2020 (em tercetos simétricos).


Jrd, 2021-04-21


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domingo, 18 de abril de 2021

Como o amor

 



Um dos poemas escritos no dia 18 de Abril, este em 2012 (em livro publicado em 2018). 


Jrd, 2021-04-18


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sábado, 17 de abril de 2021

À luz do Sol

 



Um dos poemas escritos no dia 17 de Abril, este em 2013 (em livro publicado em 2020). Poderia ter sido escrito hoje, o mesmo o contexto. A imagem incluída, ao lado do poema, é desta tarde.


Jrd, 2021-04-17


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sexta-feira, 16 de abril de 2021

Límpida a palavra

 



Um dos poemas escritos no dia 16 de Abril, este em 2014, em livro de 2020.



Límpida a palavra

 

  

Não o vi, era hoje ainda cedo

 

(e, mesmo que não fosse,

o meu relógio está desde ontem parado,

creio que é da pilha gasta,

só pode ser, do mal  o menos…,

parece que tudo se gasta mais neste tempo

a tanta gente que por aí conheço…),

 

mas sei com a certeza de Galileo Galilei

 

(apesar de ele ter abjurado diante daquele tribunal

daqueles senhores e daquelas fogueiras,

como nós, por vezes,

quando o medo nos prende dentro de nós

agarrados a um fio de vida que ainda nos corre…)

 

que o Sol chegou à hora certa

à minha porta

 

(pouco agora aqui importa quem chegou,

se o Sol que andou

se a Terra que chegou à hora certa

ali mesmo à minha porta…)

 

e o meu pássaro

cantou por entre os ramos e as folhas verdes

das árvores e das heras dos quintais

numa voz limpidíssima

sem uma sombra só de sotaque estranho

de outras terras

que o tivessem aprisionado

 

(de tanto gostar dele digo que o pássaro é meu

mas eu sei que ele é nosso,

é de todos

por ele voar

e para todos nós ele cantar…)

 

porque o meu pássaro canta

de ser livre como eu gostaria

que livre fosse um país

e límpida a palavra

que se cantasse

em poemas

ao Sol

na Terra

solidária

que livre girasse…

 

2014-04-16


in José Rodrigues Dias, Diário Poético (2012-2016), Livro cinco, 5/10 (Janeiro a Junho de 2014), 264 pp, 2020.


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Jrd, 2021-04-16



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quinta-feira, 15 de abril de 2021

quarta-feira, 14 de abril de 2021

O que sei

 



Um dos poemas escritos no dia 14 de Abril, este no ano de 2015 (em livro de 2020). A foto de hoje.


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Jrd, 2021-04-14


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terça-feira, 13 de abril de 2021

segunda-feira, 12 de abril de 2021

domingo, 11 de abril de 2021

Irmanados

 



Um dos poemas do dia 11, este escrito em 2017. 

A foto, curiosamente, é de hoje. 

Este passarinho, o da imagem, ainda pequenino, aprendendo ainda a voar, como se chamará?


Jrd, 2021-04-11


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sábado, 10 de abril de 2021

sexta-feira, 9 de abril de 2021

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Mistério de criação

 


Um dos poemas escritos neste dia, este em 2020, incluído no livro "Poemas confinados (2020, Janeiro a Abril)".


Jrd, 2021-04-07


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terça-feira, 6 de abril de 2021

Rugas

 



Um dos poemas escritos neste dia, este em 2015, incluído em livro publicado em 2020.


Jrd, 2021-04-06


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domingo, 4 de abril de 2021

Páscoa

 


Poema escrito num dia como o de hoje, Domingo de Páscoa, em 2014.


Votos de uma Páscoa Feliz para todos.


Jrd, 2021-04-04


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sábado, 3 de abril de 2021

Sabbatum Sanctum

 



Poema escrito num dia como o de hoje, este em 2014, em livro de 2016. 


Lembrando todos os que, neste tempo de pandemia, sentem a dor da morte, do sofrimento, da solidão, em espera do renascimento de uma nova Primavera...


Votos de uma Boa Páscoa.


Jrd, 2021-04-03


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sexta-feira, 2 de abril de 2021

Sexta-Feira Santa

 



Poema escrito num dia como o de hoje, Sexta-Feira Santa, este em 2014. Fotos deste tempo.


Votos de uma Boa Páscoa para todos.


Jrd, 2021-04-02


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quinta-feira, 1 de abril de 2021

Páscoa, celebração

 




Um dos poemas escritos neste dia, este em 2013. Fotos destes dias de Primavera.

Votos de uma Boa Páscoa para todos.


Jrd, 2021-04-01