
Medo não teve Catarina
Desafio as palavras que se retraem
Mudas no poema
Com medo de que as mate…
Mas como,
Se gosto delas
Ainda que nesta ingenuidade de
criança,
Como as poderia eu matar?
Medo não teve Catarina
Que essa, sim, ao avançar
Num dia assim de Maio como o de
hoje
Morreu
Com aquele amanhã dentro de si
A gritar
O poema
Daquele não
E da camponesa valentia!
José Rodrigues Dias, 2013-05-19
Que poema tão bonito. E que bem que ele fica debaixo da bela e corajosa Catarina.
ResponderEliminarParabéns por estas palavras tão bonitas e pela homenagem tão justa.
Há muito que não te lia
ResponderEliminarOutros afazeres
e correres
que a vida é levada sem tempo
Mas regresso num honroso momento
Na hora certa
Obrigado, poeta
abraço, meu amigo.
ResponderEliminaremocionante teu poema.
Um excelente poema e uma bonita homenagem.
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